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Solia é uma das tantas caras que possuo. No entanto, a que mais aprecio. Ela é meu lado artístico, meu lado excêntrico, meu lado vivo. Vivacidade esta, a qual me encoraja a cuspir ao mundo meus sentimentos, meus desejos sem preocupar-me se carregam ou não coerências e normalidades. Afinal, do comum o mundo já está farto.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Inverno e verão humanos

Para o congelante frio que faz lá fora uma roupa aconchegante e um bom café quente.
E para o frio o qual circula dentro de nós; gela nossos sonhos; arranca o anseio pela liberdade, deixando-nos presos às desilusões e por fim, destrói todo o amor o qual ousa instaurar-se sobre nossos corpos?
Uma ardente chama radiando todo o seu calor poderia até aquecê-lo e assim, quebrar o gelo o qual o envolve.
Todavia, essa dialética vai muito além de um fenômeno físico.
Trata-se de valores humanos, de sentimentos.
E isso, nem a mais alta temperatura seria capaz de curar.

A porta de entrada para esse tão gélido inverno está nas fendas de nossa pele, as quais se abrem com a força de nossa fraqueza e se fecham apenas com o poder de nossa essência.

Com apenas uma mentalização podemos morrer congelados em nossas fraquezas ou reinar sob o grandioso sol de nossos valores. A escolha é exclusivamente nossa.

Um comentário:

  1. Esse tipo de reflexão é raro, e é lindo. Parabéns pelo blog, gostei bastante de tudo que você escreve. Beijo grande!

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